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História do Maranhão

Questões de Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará

20 questões de provas reais da Cebraspe sobre Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará, com gabarito e comentário. Responda antes de abrir o gabarito.

150 questões desse assunto no acervo do Yatta. Esta página mostra uma amostra fixa.

Questão 1Cebraspequestão inédita no estilo da banca

A Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, instituída por alvará de 7 de junho de 1755, tinha entre seus objetivos precípuos fomentar o desenvolvimento agrícola da região e regular o fornecimento de mão de obra escravizada aos produtores locais.

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A Companhia foi criada pelo Marquês de Pombal com o objetivo de monopolizar o comércio, organizar a economia local e garantir o fluxo de escravizados africanos para substituir a mão de obra indígena, visando maior rentabilidade para a metrópole.

Questão 2Cebraspequestão inédita no estilo da banca

A implementação da Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará gerou amplo apoio da elite proprietária local, uma vez que a política de preços tabelados pela empresa para os produtos de exportação favorecia diretamente a margem de lucro dos grandes latifundiários.

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A elite local, conhecida como os 'filhos da terra', opôs-se à Companhia devido ao controle exercido pela empresa sobre o mercado, que forçava a compra de produtos a preços baixos e a venda de mercadorias importadas a preços elevados, prejudicando os lucros dos produtores regionais.

Questão 3Cebraspequestão inédita no estilo da banca

A atuação da Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão foi marcada pela substituição gradual da exploração do trabalho indígena pelo tráfico transatlântico de escravizados africanos, alinhando-se às reformas pombalinas que buscavam otimizar a exploração colonial.

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A política pombalina, executada através da Companhia, incentivou a importação de africanos para as lavouras da região, visando dinamizar a economia exportadora após a proibição formal do cativeiro indígena pelo Diretório dos Índios.

Questão 4Cebraspequestão inédita no estilo da banca

A Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão foi extinta definitivamente em 1788, por decreto de D. João VI, como resposta direta à insurreição da Balaiada que eclodiu na província do Maranhão naquele mesmo ano.

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A Companhia foi extinta em 1778, por decreto de D. Maria I, após a queda do Marquês de Pombal. A Balaiada ocorreu muito tempo depois, entre 1838 e 1841.

Questão 5Cebraspequestão inédita no estilo da banca

O monopólio comercial exercido pela Companhia abrangia não apenas a exportação de produtos da terra, como cacau e algodão, mas também a importação obrigatória de manufaturados europeus destinados às capitanias do Norte e do Maranhão.

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O contrato da Companhia conferia-lhe o exclusivismo tanto na exportação dos principais itens produzidos na região quanto na importação de mercadorias da Europa, exercendo um controle rigoroso sobre o comércio exterior da capitania.

Questão 6Cebraspequestão inédita no estilo da banca

A administração da Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão era centralizada exclusivamente em Lisboa, sem a existência de feitorias ou agentes diretos da empresa instalados nas cidades de São Luís ou Belém.

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A Companhia possuía uma estrutura organizacional complexa, com representantes, feitorias e armazéns estabelecidos tanto em São Luís quanto em Belém para gerir o recebimento de mercadorias e a distribuição de bens, sendo presença ativa no cotidiano das capitanias.

Questão 7Cebraspequestão inédita no estilo da banca

A Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, instituída em 1755 durante o governo de Sebastião José de Carvalho e Melo, visava centralizar a exploração econômica da região e reduzir a dependência comercial das importações vindas da Metrópole.

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O objetivo da Companhia era, justamente, o contrário: fortalecer o controle metropolitano e garantir o abastecimento da região através de um sistema de monopólio, e não reduzir a dependência da Metrópole, sendo um instrumento do mercantilismo pombalino.

Questão 8Cebraspequestão inédita no estilo da banca

O contrato de criação da Companhia previa a obrigatoriedade de fornecimento de mão de obra escravizada africana aos lavradores do Estado do Grão-Pará e Maranhão, substituindo progressivamente a utilização da mão de obra indígena na lavoura.

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A Companhia tinha como cláusula contratual a obrigação de importar e distribuir um número específico de escravizados africanos anualmente, o que era fundamental para a política pombalina de transição forçada da mão de obra indígena para a africana.

Questão 9Cebraspequestão inédita no estilo da banca

A sede da administração da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão foi estabelecida primeiramente na cidade de Belém, sendo transferida para São Luís apenas após a extinção da entidade em 1778.

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A Companhia possuía uma estrutura descentralizada com juntas de administração tanto em Belém quanto em São Luís, não tendo havido uma transferência única de sede após a extinção da companhia, que ocorreu em 1778 por decisão da Rainha D. Maria I.

Questão 10CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A atuação da companhia teve impacto na economia regional, contribuindo para a transição de determinadas atividades produtivas do Maranhão em direção a uma maior inserção no comércio atlântico da época.

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A companhia contribuiu para dinamizar a produção voltada à exportação e para ampliar a inserção econômica da região maranhense nas redes de comércio atlântico vigentes no período colonial.

Questão 11CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A companhia atuava exclusivamente no transporte de mercadorias, sem qualquer envolvimento em atividades relacionadas ao financiamento ou fomento da produção agrícola local.

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Além do transporte de mercadorias, a companhia também esteve envolvida no fomento e financiamento de atividades produtivas na região, como o incentivo ao cultivo do algodão e de outros gêneros agrícolas destinados à exportação.

Questão 12CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A criação dessa companhia de comércio está associada às políticas do período conhecido como reformas pombalinas, implementadas sob o governo do Marquês de Pombal em Portugal.

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A Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará foi criada no contexto das reformas econômicas e administrativas promovidas pelo Marquês de Pombal, ministro do Reino de Portugal no século XVIII, voltadas ao fortalecimento do comércio colonial.

Questão 13CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A existência da companhia e suas práticas comerciais, incluindo o monopólio sobre determinadas atividades, geraram, em certa medida, insatisfação entre segmentos da população local envolvidos no comércio regional.

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O regime de monopólio adotado por companhias como essa costumava gerar insatisfação entre comerciantes e produtores locais, prejudicados pela concentração de determinadas atividades comerciais em favor da companhia privilegiada pela Coroa.

Questão 14CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A atuação da Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará esteve relacionada ao incremento do tráfico de pessoas escravizadas para a região, como forma de suprir a demanda de mão de obra para as atividades produtivas incentivadas.

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É reconhecido pela historiografia que a companhia teve papel relevante na intensificação do tráfico de africanos escravizados destinados à região, associado ao projeto de expansão econômica promovido pela Coroa portuguesa.

Questão 15CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará permaneceu em atividade de forma ininterrupta até os dias atuais, ainda operando sob a mesma estrutura estabelecida no período colonial.

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A companhia foi extinta ainda no período colonial, não permanecendo em atividade de forma ininterrupta até os dias atuais; trata-se de instituição histórica associada especificamente ao contexto das reformas pombalinas do século XVIII.

Questão 16CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará foi criada pela Coroa portuguesa, no século XVIII, com o objetivo de dinamizar o comércio e o desenvolvimento econômico da região amazônica e maranhense.

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A criação dessa companhia de comércio, no contexto das reformas pombalinas do século XVIII, teve justamente essa finalidade de estimular o desenvolvimento econômico e comercial das capitanias do Maranhão e Grão-Pará, então integradas em um mesmo Estado colonial.

Questão 17CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A criação de companhias de comércio com privilégios de monopólio, como a do Maranhão e Grão-Pará, seguiu um modelo já adotado pela Coroa portuguesa em outras regiões de sua colônia americana durante o período pombalino.

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O modelo de companhias de comércio monopolistas foi replicado pela Coroa portuguesa em diferentes regiões coloniais durante o período pombalino, sendo a do Maranhão e Grão-Pará um exemplo desse padrão mais amplo de política econômica adotada.

Questão 18CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará esteve associada, entre outras atividades, ao fomento da produção agrícola regional, incluindo o cultivo do algodão e de outros gêneros voltados à exportação.

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O incentivo à produção agrícola voltada à exportação, incluindo o algodão, foi uma das atividades associadas à atuação dessa companhia, contribuindo para a inserção econômica da região maranhense no comércio atlântico da época.

Questão 19CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

A companhia operou em regime de livre concorrência, sem qualquer privilégio de exclusividade comercial na região, competindo em igualdade de condições com outros comerciantes.

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Companhias de comércio desse período, incluindo a do Maranhão e Grão-Pará, costumavam operar sob regime de monopólio ou privilégios exclusivos concedidos pela Coroa, e não em livre concorrência plena com outros comerciantes.

Questão 20CebraspePolícia Militar do MaranhãoSoldado do Quadro de Praças (QP)2026questão inédita no estilo da banca

O estudo da Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará é relevante para compreender a formação da estrutura econômica agroexportadora e escravista que marcou o Maranhão em períodos posteriores.

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A atuação dessa companhia é considerada elemento importante para compreender as bases da economia agroexportadora e escravista consolidada no Maranhão, com repercussões que se estenderam para além do próprio período de existência da companhia.

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